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Alunos da FAC retornam de intercâmbio

Programa Ciência sem Fronteiras levou 12 estudantes a sete países

 

Ingrid Borges

 

Doze alunos da Faculdade de Comunicação da UnB, das quatro áreas de habilitação (Audiovisual, Comunicação Organizacional, Jornalismo e Publicidade), participaram de intercâmbio do Programa Ciência sem Fronteiras, do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia & Inovação.
Os estudantes da FAC, que já retornaram, passaram até um ano em universidades de sete países: Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Irlanda e Reino Unido. A França e o Canadá foram os destinos mais procurados, três alunos em cada país. O curso de Jornalismo foi o que mais enviou estudantes, cinco alunos no total.
Para o coordenador de Graduação da FAC, Eduardo Bentes, a experiência dos alunos é muito importante. “Conhecer outra nação, outra cultura e ver como tratam de mesmos temas acadêmicos em outros lugares só enriquece o nosso currículo”, avalia. O docente espera que novos editais sejam publicados pelo programa para as áreas de comunicação.
Para a estudante Carolina Lucena (foto), 23 anos, 7° semestre de Audiovisual, que fez intercâmbio na Vassar College, em Poughkeepsie (Estados Unidos), o que mais impressionou foi a organização do curso. “Não há comparação”, disse, satisfeita. “Ainda tive a oportunidade de estagiar no verão.”
Oportunidade também é a palavra-chave para Lucas Gesser, 21 anos, colega de curso de Carolina. Ele ficou um ano na Universidade de Alberta, em Edmonton (Canadá), e chegou a trabalhar com profissionais de grandes corporações do cinema. Para ele, o principal benefício do intercâmbio é a possibilidade de vivenciar uma nova cultura. 
Lucas Gesser afirma que o dinheiro oferecido pelo programa é mais do que suficiente. “Muitos alunos intercambistas, de outros países, ficavam espantados com os valores das bolsas.” Para Carolina Lucena, a única coisa que não a satisfez foi a comida. “Lá, eles cozinham tudo sem tempero e sal. É tudo apimentadíssimo. Além disso, comem muita comida em lata, bacon, ovo, comida congelada. Café aguado... Um horror”, comentou, sem sentir saudade das refeições.

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